O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 17/11/2021
No filme Wall-e, é retratada a poluição ambiental causada pelo descarte inadequado do lixo eletrônico devido à falta de educação ambiental e à inércia do poder público na promoção de políticas públicas voltadas à preservação. Fora das telas, no Brasil hodierno, verificam-se impactos ambientais causado por lixos eletrônicos por conta da ausência de consciência ambiental e falta de ação do governo. Por conseguinte, é necessária a ação estatal para diminuir os impactos ao meio ambiente.
Em primeiro plano, a falta de educação ambiental faz com que aumentem os impactos da poluição eletrônica no meio ambiente. Sendo assim, ao não fornecer uma educação voltada à preservação ambiental, como previsto pela Constituição Federal de 1988, o Estado infringe a prerrogativa supracitada por não orientar o cidadão sobre a importância do descarte adequado de equipamentos tecnológicos. Consequentemente, devido à infração da lei pelo poder público, temos o aumento do número de componentes eletrônicos em mares e dos oceanos devido à falta de consciência da população sobre o descarte adequado desses equipamentos, uma vez que esses indivíduos não foram orientados nas escolas sobre os riscos da poluição causada por aparatos tecnológicos. Assim sendo, é necessária a educação ambiental para conscientizar a população.
Outrossim, é inegável que a falta de políticas públicas para preservar o meio ambiente é um dos impulsionadores para a persistência da problemática na nação. Dessa forma, analogamente às Leis Ambientais – as quais esclarecem que é o dever do Estado desenvolver ações de preservação da fauna e da flora -, nota-se que a ausência de ações para combater a poluição implica em um maior número de poluentes na natureza. Assim, um outro impacto ambiental é a extinção de espécies vegetais e animais da nação devido à inércia do poder público no desenvolvimento de medidas de proteção mais rígidas contra o descarte de eletrônicos em ambientais naturais. Logo, é mister afirmar a necessidade da atuação do poder público no desenvolvimento de ações que visem proteger a natureza nacional.
Portanto, cabe ao Ministério da Educação desenvolver aulas voltadas à educação ambiental – focadas no descarte adequado de lixo eletrônico -, por intermédio da inserção de aulas voltadas à preservação nas disciplinas de Geografia e Química Ambiental, com o intuito de diminuir a poluição dos mares e dos oceanos. Ademais, cabe ao Estado desenvolver políticas públicas voltadas à preservação ambiental – focadas no combate à poluição de eletrônicos na fauna e na flora -, por meio da criação de comissões de proteção ambiental, com a finalidade de suavizar a poluição da natureza nacional. Destarte, a adoção de tais mediadas contribuirá para um país que cumpra a sua Constituição Federal e para diminuição dos impactos ambientais causados por lixos eletrônicos.