O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 29/11/2021
O filme “Wall-E” conta a história de um futuro apocalíptco no qual os humanos abandonam a Terra pela produção em massa de lixo. Nessa possibilidade, o planeta se torna inabitável. Apesar de ser uma animação, na época em que foi lançado (2008), muitas pessoas disseram que esse seria o futuro da humanidade; sendo que, na maioria das vezes, a realidade é mais desastrosa. Sendo assim, entramos na questão do consumo exagerado e overdose de conteúdo que a tecnologia nos fornece, fazendo mal para pessoas, natureza e para nosso planeta.
Primitivamente, devemos lembrar que o consumo exabundante dos aparelhos eletrônicos é o maior problema neste quesito. É necessário acrescentar que há pessoas sem o acesso básico para descartar corretamente os produtos, causando acúmulo de lixo eletrônico nas ruas, bairros e cidades. Segundo a pesquisa da Green Eletron em 2020, o Brasil está em quinto lugar em países que mais produzem lixo eletrônicos no mundo, gerando mais de 2,1 milhões de toneladas por ano, porém apenas 3% são descartados de maneira correta. Essa pesquisa ficou entendível que o restante fica amontoado e deixado pela natureza.
Ademais, deve ser lembrado que existem problemas em nossa sociedade que impossibilitam os descartes corretos, como, por exemplo: a falta de informação e recursos para que haja maior organização. As empresas que são responsáveis por aparelhos computacionais também levam porcentagem da culpa da abundância de lixo. Sendo assim, o consumo tende a crescer e, consequentemente, a produção de entulhos pelo mundo.
Contudo, o Estado deve conscientizar as pessoas sobre como fazer o descarte de forma correta através de campanhas e outdoors. Cabe, também, ao Governo dar informações ás pessoas que não possuem acesso ao saneamento básico. Se possível, deveriam criar substâncias com resíduos químicos pesados. Apenas assim nosso problema será resolvido e evitará maiores problemas á humanidade.