O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 30/11/2021
No desenvolvimento das cidades, a paisagem é transformada pela tecnologia, que se torna parte do lixo urbano. Esse fator foi observado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em seu relatório indicou o Brasil como maior produtor de lixo eletrônico da América Latina. Dessa forma, é inegável a necessidade de criar e colocar em prática formas para amenizar os impactos ambientais causado por esse fator.
É importante lembrar, que existe uma porcentagem da pulação brasileira que possuem informação sobre o modo de descarte de aparelhos eletrônicos, assim como o perigo de contaminação por metais desses resíduos tóxicos. Como diz o sociólogo Émile Durkheim, “o indivíduo só pode agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido. Sendo assim, é inevitável a importância da expansão do conhecimento sobre o descarte correto de materiais tecnológicos e tóxicos, para evitar a contaminação da saúde pública do país.
Além disso é essencial considerar a pouca quantidade de pontos de coleta e reciclagem desses dejetos, causando ainda mais dificultando tratamento deles. Segundo o relatório da Ordem dos advogados do Brasil (OAB), somente 2% do lixo eletrônico brasileiro é reciclado. Então além de ser necessário trazer o foco da população para tal causa também é fundamental ter o conhecimento sobre o manuseio do lixo eletrônico.
Por conseguinte, o debate e exposição dos riscos e efeitos socioambientais que o lixo oferece. Nesse cenário, os fabricantes de eletrônicos juntamente com o Governo, distribua pela cidade vários pontos de coleta e reciclagem de materiais. Também que profissionais nas áreas de ciências naturais juntamente com as escolas e o Ministério da educação promovam palestras que ensinem tais necessidades aos alunos desde pequenos. Com isso, os impactos dos lixos eletrônicos no Brasil ira diminuir de forma geral, tornando-se cada vez mais raro o perigo de contaminação da sociedade.