O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 04/12/2021
Após a globalização, a tecnologia passou a se desenvolver de forma mais rápida permitindo a criação de objetos eletrônicos que consequentemente gerou uma maior produção do e-lixo no mundo. O Brasil não fica fora da lista de maiores produtores de lixo eletrônico, fato decorrente da obsolescência programada e do descarte incorreto do material. Portanto, faz-se necessário analisar esses fatores que sustentam a problemática a fim de desbanca-los.
É relevante abordar, primeiramente, que a ocorrência da obsolescência programada contribui negativamente para o acúmulo do e-lixo. Vale ressaltar que a obsolescência ocorre quando um produto é fabricado com a predisposição a apresentar algum problema após um curto período. Deste modo, as empresas lançam e vendem mais produtos, aumentando o descarte exacerbado de produtos eletrônicos causando impactos visíveis ao meio ambiente como o aumento drástico de todos esses resíduos.
Além disso, é de extrema importância fundamentar o descarte incorreto do lixo como um forte impulsionador para o problema. Dentro desse contexto, é valido citar o acidente radioativo em goiana que ficou conhecido como “Césio 137”. A tragédia foi decorrente do descarte indevido de um eletrônico para radioterapia que ao ser encontrado e manuseado por trabalhadores, causou várias mortes. Diante disso, são notórias as consequências que o mau descarte dessa categoria de lixo pode causar a sociedade.
Depreende-se, então, a necessidade de resolver esse impasse. Para isso, é imprescindível que Ministério do Meio Ambiente, órgão responsável pelos princípios para a preservação do meio ambiente no país, por intermédio da criação de políticas públicas busque informar as pessoas sobre a obsolescência programada e melhore o descarte dos equipamentos eletrônicos visando a preservação do ecossistema. Assim, os índices de e-lixo (lixo eletrônico) diminuirão e a natureza será protegida da forma correta.