O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 01/03/2022
A partir do século XVIII, com a ocorrência da Revolução Industrial, houve um incentivo para se consumir mais e de forma proporcional aumentou a quantidade de resíduos sólidos gerado, contudo, já no século XXI, diante do apogeu do desenvolvimento tecnológico, há um grande descarte de lixo eletrônico. Nesse sentido, analisa-se que essa conjectura está associada ao fetiche da mercadoria nova, conforme a teoria de Marx, que gera danos permanentes ao planeta, além de se associar à falta de educação ambiental da sociedade, a qual faz o descarte incorreto.
Em primeira análise, nota-se que grande parte dos produtos eletrônicos possuem em sua composição metais pesados, que acarreta em poluição da flora, fauna e mananciais hídricos. Nesse viés, avalia-se que esses metais tóxicos se acumulam ao longo das teias alimentares, de forma a causar bioacumulação, que pode chegar até a população por meio de água contaminada, a qual pode ser usada na agricultura. Logo, reitera-se o quanto é prejudicial o descarte incorreto do e-lixo.
Em segunda análise, vale ressaltar que a população não possui educação ambiental, uma vez que é o principal causador da poluição. Dessa maneira, elucida-se que as causas para essa ação estão relacionadas a ausência de informação correta, sobre como se descartar cada tipo de lixo .Além disso, observa-se que a intensificação da problemática pode levar ao cenário do filme “Wall-e”, da Disney, no qual a população humana polui tanto a Terra que se tornou inabitável, então, os humanos deixaram os robôs limpando o planeta.
Destarte, verifica-se que o lixo eletrônico contribui significativamente com os problemas de poluição ambiental. Nesse sentido, o governo, por meio do Ministério do Meio Ambiente, deve realizar um levantamento acerca da situação atual e criar medidas para preservar os ecossistemas do país, de forma a ter punição aos infratores, como multas. Além disso, aliada a essa medida, o ministério supracitado deve realizar um projeto de cunho conscientizador e informativo, em parceria com o Ministério da Educação, para ser trabalhado o tema nas escolas, por meio de palestras e brincadeiras lúdicas, a fim de levar mais conhecimento à população. Assim, enfim, essa celeuma poderá ser abrandada no Brasil.