O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente

Enviada em 20/03/2022

Na obra “Utopia”, do escirtor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas sociais. Nesse sentido, distante da ficção apresentada a realidade brasileira encontra-se contrária ao que prega o autor Thomas, ao se discutir sobre o lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente, que evidencia um grave problema na sociedade. Sendo, portanto, indispensável discutir sobre os riscos acarretados do lixo na qualidade dos recursos naturais, bem como sobre a problemática na saúde pública relacionado a esses insumos.

Convém ressaltar, a princípio, que os lixos eletrônicos vem gerando desastres na qualidade dos recursos naturais. À luz dessa questão, é coerente citar dados da Revista Sociologias, no qual em uma de suas edições, promove o debate acerca das altas quantidades de metais pessados nos recursos hidricos do planeta, acarretado pela expossição exacerbada desses dispossitivos no meio natural. Com isso, tal problemática torna-se uma questão séria no mundo, pois compromete a real qualidade dos recursos hidricos, acarretando dessa forma, poluições que podem promover disfunções fisiológicas nos seres vivos. Desse modo, essa realidade torna-se preocupande no cenário global, o qual necessita promover a concientização da população diate desse agrave.

Outrossim, os riscos à saúde relacionado aos lixos eletrônicos torna-se um fator preocupante na sociedade contemporânea. Nesse sentido, de acordo com estudos publicados pela revista Saúde, alguns metais gerados pelo lixo eletrônico são bioacumulativo, ou seja, podem acumular no tecido adiposo do corpo humano, causado dessa forma, distúrbios na qualidade de vida. Nessa perspectivas, esse real problema é impulsionado pela falta de coleta seletiva de tais materias perigosos, o qual contribui para que pessoas fiquem expostas por componentes indesejados.

Depreende-se, portanto, que medidas pragmáticas são essenciais para tal óbice. Sabendo disso, urge que o Ministério da Educação (MEC) crie, por meios de verbas governamentais projetos em redes televisivas que discutam sobre a real necessitadade da população não jogarem lixos eletrônicos em meios que possam poluir os recursos naturais, a fim que tal ação possa melhorar o cenário preocupante. Cabe, também, ao Poder Executivo, órgão responsável por promover melhorias urbanas, a criação de programas de coletas seletivas de lixos eletrônicos na sociedade, com intuito que possa beneficiar os recursos hídricos e promover melhorias na saúde pública, uma vez que, a expossição por tais componentes pessados prejudicam o bem-estar dos cidadãos. Feito isso, cenário como o exposto pela revista Saúde não será mais uma realidade no meio social.