O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente

Enviada em 27/04/2022

“Se tornou aparentemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu nossa humanidade”. A frase do cientista Albert Einstein, parece fazer alusão a atual face do cenário do descarte inadequado de lixo eletrônico. Nessa perspectiva a fim de evidenciar a problemática do despojo inadequado resíduos destaca-se dois pontos importantes: a insuficiência legislativa e a falta de debates sobre o assunto em sala de aula.

Primeiramente, é essencial destacar que a insuficiência legislativa deriva da ineficácia do poder público, no que concerne a criação de mecanismo que coíbam tais recorrências. Desse modo, noticiado pela greeneletron, países que mais sofrem com descarte indevido de detritos tecnológicos, são aqueles que não possuem uma boa política de reciclagem e de descarte adequado, gerando assim um acúmulo, principalemente em áreas periféricas, de impurezas e restos eletrônicos. Dessa forma, o Estado não procura medidas cabíveis para a solução de tais empecilho.

Alem disso, é notória a falta de debates sobre o assunto como outro desafio da problemática. Consoante a isso, como citado por Paulo Freire, ninguém liberta a ninguém, as pessoas libertam-se em comunhão. Por conseguinte, uma maior participação social na resolução do despojo do lixo eletrônico, e como conciliar a tecnologia com os impactos nocivos ao meio ambiente, levaria à população conscientizar-se sobre os problemas relacionados ao dejetos, consequentemente, fazendo o descarte adequado.

Portanto, é necessário a atuação estatal e social, para que tais obstáculos sejam superados. Assim, o Tribunal de Contas da União (TCU) direcione capital que, por intermédio do Ministério da Educação e Cultura (MEC), será revertido em campanhas e palestras, com profissionais qualificados para debates sobre o assunto, demonstrando formas de lidar com os dejetos tecnológicos, com a finalidade de atenuar a quantidade de descarte inadequado de lixo eletrônico em médio e longo prazo.