O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 02/05/2022
No Brasil, desde que iniciamos a busca pelo enriquecimento desenfreado, o capitalismo tem nos incentivado a produzir, vender e descartar produtos com maior facilidade e menos consciência dos impactos a longo prazo. Um vez que, ao consumidor, gera a perda de capital, consumismo em excesso por produtos que muitas vezes não precisamos, já possuímos e poderíamos consertar, mas que pelo incentivo às empresas com relação ao capital de giro, compensaria descartar o produto antigo que custará caro para reparar e acabar comprando um novo que sairá mais “barato” em teoria.
Entretanto, na prática não é bem assim que funciona. O mercado vem expandindo cada vez mais, como novos produtos, o descarte de lixo eletrônico é um dos maiores em todo o mundo, ademais, poucos são os países que reciclam a maior parte. Mesmo assim, poucas empresas têm se importado em reciclar e descartar o lixo que produz que forma correta, e incentivar seus clientes a reutilizar e fazer o descarte correto. Além disso, promover medidas que reutilizem e deem finalidade ao material rejeitado para ter então, reuso e menores impactos ambientais.
Outrossim, quando descartado na natureza, metais pesados como mercúrio, chumbo, cádmio e níquel, que fazem parte da composição de alguns produtos elétricos e eletrônicos, podem entrar em contato com o solo, penetrando-o até poluir lençóis freáticos e, consequentemente, a água que consumimos. Esse ainda é um dos impactos, temos também uma série de fatores em que a poluição responde de forma drástica, terremotos,maremotos, contaminação de animais nos oceanos e até extinção de populações devido a não preservação do habitat natural de fauna e flora. Como dizia o escritor brasileiro, Carlos Drummond de Andrade, “A natureza não faz milagres, faz revelações.”
Para resolver este impasse, medidas deverão ser tomadas para que as empresas promovam descarte consciente de seus componentes e que de certa forma, influenciem seus usuários a terem essas práticas após o eletrônico não funcionar. Juntamente ao ministério do meio ambiente para fiscalização das empresas, principalmente as mais poluentes, sujeitas a multa e bloqueio de atividades, bem como postos de recolhimentos próximos a casa dos consumidores.