O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente

Enviada em 03/06/2022

O Art. 33 da lei 12.305/2010 obriga os fabricantes a fazerem a logística reversa de seus produtos. Na prática, porém, são poucas aquelas companhias que realmente se comprometem em recolher o lixo eletrônico no Brasil. Dessa forma, problemas como a contaminação do lençol freático e os riscos de intoxicação da população devem ser amenizados, na tentativa de mitigar essa realidade.

Como consequência do descarte inadequado do lixo eletrônico, este acaba tendo o mesmo destino dos lixos comuns: os aterros sanitários e os lixões. No entanto, graças às baterias embutidas e pilhas acopladas, aparelhos como celulares e computadores liberam resíduos tóxicos no lençol freático, contaminando, assim, o ambiente ao redor, afetando a fauna e a flora como um todo.

Em alguns casos, tal contaminação também pode afetar a população que vive nas proximidades, intoxicando-a. Substâncias como o chumbo e o mercúrio, prejudiciais para o ser humano, podem ser trazidas de diversas formas para dentro das casas: talvez, através de carnes contaminadas ou até mesmo pela água.

Destarte, é de suma importância que o Ministério do Meio Ambiente e as empresas que fabricam eletrônicos hajam através dos meios midiáticos - como as redes sociais e a TV aberta - para que aconteça a conscientização da população sobre os impactos gerados pelo descarte indevido. Também, como forma de prevenir que o problema se alastre para as próximas gerações, é vital que o assunto seja tratado nas escolas.