O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente

Enviada em 21/06/2022

O filme “Wall-E” enfoca de maneira didática a problemática que envolve o lixo, o descarte indevido e as maneiras de descarte sem impactar no meio ambiente. Fora da ficção, o problema do lixo é cenário no Brasil, numa sociedade que não sabe descartar devidamente, desconhece os impactos à sua própria saúde e ao ecossistema, protagoniza-se dados alarmantes e prejudiciais. Dessa forma, observa-se uma delicada questão da falta de uma conscientização social e do Governo.

Nesse sentido, a falta do conhecimento social do descarte e seus impactos é um fator determinante na questão. Djamila Ribeiro defende que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Porém, existe uma ignorância da sociedade brasileira que mantém a situação na invisibilidade, visto que nossa sociedade utiliza smartphones, fones de ouvido, pilhas entre outros equipamentos de forma maciça, e sem a responsabilidade e a consciência do descarte correto, como deve-se prosseguir, tais lixos tornam-se lixos eletrônicos prejudiciais à natureza.

Em paralelo, a falta da responsabilidade governamental ao meio ambiente é entrave no que tange ao problema. Para Hobbes o Estado é responsável por garantir o bem-estar. De fato, tal responsabilidade não é efetivada na negligência de leis protegem o meio ambiente, visto que o Brasil é tratado como “a terra sem lei”, com o descarte indevido e leis que não protegem nosso biossistema, consequências como a contaminação do solo, liberação de gases tóxicos e metais pesados, tornam-se bioacumulativos tóxicos, danosos e maléficos.

Portanto, é necessária uma intervenção. Para isso o Governo Federal deve criar uma campanha de conscientização por meio de panfletos, propagandas e palestras que ensinam e incentivam o descarte correto do lixo eletrônico, a fim de acabar com os impactos negativos do lixo. Assim, com uma responsabilidade governamental e social, teremos um Brasil líder em dados positivos do descarte correto.