O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente

Enviada em 26/06/2022

No advento da Primeira Revolução Industrial, houve uma produção descontrolada de lixo resultante do avanço tecnológico e metalúrgico vigente da época, com isso o descarte deste material acabou dando início a prejuízos ambientais que perduram até os dias contemporâneos. De maneira análoga a isso, o avanço tecnológico atual mundial vem trazendo o aumento exacerbado da produção de lixo eletrônico o que vem gerando inúmeros impactos ambientais. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a desinformação a cerca do lixo eletrônico e inoperância estatal.

Em primeira análise, evidencia-se a desinformação a cerca principalmente do descarte adequado do lixo eletrônico. Sob essa ótica, segundo o filósofo alemão, Immanuel Kant, “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Dessa forma a falta de educação sobre a maneira adequada para se desapropriar desses materiais acaba gerando o descarte inadequado e por consequência o refugo irregular e ocasionamento dos impactos negativos no meio ambiente. Assim medidas precisam ser tomadas para evitar o perdurar desse cenário danoso.

Além disso, é notório apontar a inoperância estatal como outro fator atenuante. Desse modo, segundo uma pesquisa feita pelo instituto Green Eletron, “Cerca de 97% dos brasileiros não reconhece o que é lixo eletrônico e os seus danos a natureza”. Consoante a isso, por falta de políticas públicas de reciclagem ou descarte de lixo eletrônico adequado e fora do meio Ambiental, que é inegavelmente o meio mais prejudicial para despojo, devido à contaminação dos lençóis freáticos e ecossistemas. Com isso para a mudança de tal exposto, é necessário a adoção de medidas que visem o conhecimento e ação eficaz estatal.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham diminuir o lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente. Dessa maneira, cabe ao MEC, fazer o implante de uma disciplina sobre o descarte adequado do lixo eletrônico, por meio de uma matéria obrigatória em escolas e faculdades em todo o país, a fim de ensinar e levar o conhecimento sobre os danos naturais que podem surgir com o descumprimento de tal despojo. Somente assim, o acontecido no período da primeira Revolução Industrial será apenas uma realidade sem ligações com a atual.