O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente

Enviada em 27/06/2022

Com o advento da Revolução Industrial, a produção e o consumo de eletrônicos ampliaram-se, e como consequência os estorvos atrelados a isso, tal qual o descarte inadequado desses produtos e a Obsolescência Programada.

A priori, urge frisar, o descarte inapropriado dos eletrônicos. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apenas 3% do lixo eletrônico gerado no Brasil tem seu descarte propício. Desse modo, a introdução e o acúmulo desses produtos impactam nocivamente o ecossitema, devido as substâncias tóxicas presentes nesses materias eletrônicos, que na natureza contaminam solos, nível freático, fauna e flora, ademais, acumulam-se por magnificação trófica (afluência de substâncias pela teia alimentar) sendo capazes de atingirem a população humana, causando danos à saúde pública.

Outrossim, a Obsolescência Programada, contribui veermentemente para esse entrave, tendo em vista que essa prática consiste em inserir no mercado consumidor produtos que tornam-se obsoletos em um curto período de tempo, estimulando o consumidor a comprar periodicamente. Por conseguinte, quanto mais consome-se, mais lixo é produzido e que precisam ser descartados, entretanto, esse descarte ocorre de modo irregular, como pode ser observado no senso supracitado.

Infere-se, portanto, que o Governo Federal (já que o tópico inclui esse setor) incentive o descarte adequeado do lixo eletrônico e o consumo consciente por parte da massa, por meio de uma sinergia com o Ministério do Meio Ambiente e as esferas socias (criando pontos de coletas para os aparelhos eletrônicos, além disso, deverá propor discussões sobre o tema em redes de televisão, escolas e repartições públicas). Tal proposta tem o fito de atenuar os impactos atrelados ao lixo eletrônico. Dessa forma, nós aplacaremos as problemáticas auferidas através da Revolução Industrial e da Obsolescência Programada.