O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 02/07/2022
Segundo o site Gazeta do Povo, existe uma ilha formada por lixo boiando no Oceano Pacífico, chamado de “O sétimo continente”. De maneira análoga a isso, sabe-se que grande parte desse lixo é composto por detritos eletrônicos descar- tados de forma incorreta. Nesse prisma, destacam-se dois importantes aspectos: a imprudência humana no que diz respeito ao descarte de tais resíduos eletrô- nicos e as tragédias ambientais causadas por tais irresponsabilidades.
Em primeiro plano, evidencia-se a falta de cautela no que se trata do despojamento do lixo tecnológico. Sob esse viés, segundo Thomas H., “o homem é o lobo do próprio homem”. Consoante a isso, nota-se que tal cenário torna nítida a necessidade de ações mais contundentes para mitigar tal comportamento e seus danos.
Além disso, têm-se, como consequência, grandes impactos ambientais decorrentes do acúmulo de tais detritos. Sob essa ótica, segundo Umberto Eco, “justificar tragédias ambientais como ‘vontade divina’ tira da gente a responsabilidade por nossas escolhas”. Dessa forma, evidencia-se que a maioria das tragédias ambientais que ocorrem na atualidade são decorrentes das atitudes negligentes do homem com a natureza, tendo em vista o longo período de tempo necessário para a decomposição de resíduos eletrônicos.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham conter tal imbróglio. Para tanto, é necessário que o Ministério do Meio Ambiente - órgão responsável pela proteção e recuperação do meio ambiente - desenvolva políticas ambientais, por meio da adoção de ações práticas (como os processos de reciclagem) para evitar o descarte incorreto de lixo eletrônico. Somente assim, poderá evitar-se a formação de um novo continente repleto de resíduos, como o “Sétimo Continente”, no Oceano Pacífico.