O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente

Enviada em 11/07/2022

A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6, o direito a meio ambiente como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem reverberando com ênfase na prática quando se obeserva o lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Com efeito, deve-se resaltar a ausência de medidas governamentais para combater esses impactos ao meio ambiente devido o acumulo de lixo eletrônico. Nesse sentido, o governo falhar em não cumprir com suas obrigações e deveres como autoridades que pregar e defender a constituição. Essa conjutura, segundo as ideias do Filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação de “contrato social”, ja que o Estado não cumpre, sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o meio ambiente, o que infelizmente é evidente no país.

Além disso, é fundamental apontar a falta de informação de como descarta materiais de lixo eletrônico de maneira correta, como impulsionar dos grandes impactos que isso pode afetar nossa vida no Brasil. Segundo uma reportagem na plataforma digital youtuber, o Brasil sozinho gerou cerca de 1,5 milhões de toneladas de lixo eletrônico em 2016, é o quinto país maior gerador desse lixo no mundo. Diante de tal exposto, percebe-se, a falta de informação na população brasileira em descarta esses lixos de maneira correta para não agrava os problemas que o Brasil vem sendo surpreendido, logo, é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.

Portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Estado, por intermédio de manifestação nas ruas com coletores de lixo adequados para o lixo eletrônico estalados, a fim de informar e concientizar a sociedade a descarta seus lixos de maneira adequada, reutilazando esses materiais. Assim, se consolidará uma sociedade mais consciente, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social” como afimar John Locke.