O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 03/07/2022
A Constituição Federal de 1988 garante o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado. No entanto, este acesso torna-se limitado no que diz respeito ao lixo eletrônico e seu grande impacto negativo no meio ambiente. Nesse âmbito, é lícito destacar como causas do revés a lacuna informacional e a inércia estatal.
Diante desse cenário, a falta de informação prejudica na resolução da problemática. Sob essa ótica, o filósofo Immanuel Kant afirma que a educação faz o homem. Entretanto, a maioria dos brasileiros está distante desta educação no que tange o conhecimento do descarte adequado dos lixos eletrônicos, sem tal informação esse tipo de resíduo acaba tendo um fim inadequado. Consequentemente, ocorrerá nos cidadãos, muitas vezes, problemas fisiológicos, como câncer.
Outrossim, a omissão governamental influi no problema. Para Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar dos indivíduos. Porém, essa responsabilidade não está sendo honrada quanto ao lixo eletrônico, visto que o governo não tem investido o bastante no abandono deste objeto, de modo a causar impactos ruins ao espaço natural, como contaminação da água e do solo. Dessa forma, para que a fauna e a flora estejam seguras, o Estado precisa sair dessa inércia.
Portanto, são necessárias medidas para amenizar este quadro nefasto. Para isso, o Ministério da Educação deve, juntamente com o Ministério do Meio Ambiente, disponibilizar informações para toda população brasileira sobre o e-lixo, destacando, principalmente, o descarte correto e os impactos que ela causa no ambiente, mediante redes midiáticas, como de televisão e sociais, a fim de obter uma finalidade adequada aos resíduos. Ademais, o governo deverá agir para uma melhoria do problema. Com essas medidas, a Carta Magna estará mais perto de cumprir com o anunciado.