O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 06/07/2022
De acordo com William James “O ser humano pode alterar sua vida mudando a sua atitude mental”. Consoante a isso, presenciamos a errônea atitude dos brasileiros com o descarte do lixo eletrônico. Nesse prisma destacam-se dois aspectos importantes: O contágio dos lençois freáticos e a redução do tempo de vida útil dos aterros sanitários.
Em primeira análise, evidencia-se a alta contaminação dos solos - principalmente dos lençois freáticos. Anualmente, mais de 53 milhões de toneladas de equipamentos eletroeletrônicos e pilhas são descartados em todo o mundo, segundo o The Global E-waste Monitor 2020. Os lixos eletrônicos contêm substâncias pesadas que, ao entrar em contato com o lençol freático, contaminam a água, a mesma água que poderá ser usada para irrigação de plantas e, até mesmo, hidratação de rebanhos, consequentemente, contaminando o alimento dos brasileiros.
Além disso, é notório os problemas nos aterros sanitários causados pelos E-lixos. Os aterros são de grande importância á sociedade, visto que são construídos para evitar a contaminação do solo, água e ar. Deste modo, o descarte dos lixos eletrônicos nos aterros causam uma desordem no local, podendo agravar-se para poluições ambientais, tais como: vazamentos de líquidos e gases, risco aos animais selvagens, limite de quantidade de camadas de lixo, entre outros - dados divulgados pela Toda Matéria.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham a amenizar o descarte errôneo dos lixos eletrônicos. Cabe ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) junto ao Ministério da Educação (MEC), reeducar a populção brasileira, através de aulas, campanhas e movimentos sociais, para que possamos, em futuro próximo, descartar corretamente os E-lixos. Somente assim, estaremos mudando nossos pensamentos e atitudades diante de um problema sério e que nos atinge diretamente, assim, consequentemente, melhorando nossa saúde e qualidade de vida.