O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente

Enviada em 06/07/2022

Em outubro de 1988, o corpo social brasileiro sonheceu um dos documentos mais imortantes da história: a Constituição Cidadã, cujo conteúdo garante o direito a um meio ambiente saúdavel. De maneira análoga a isso, a perpetuação do lixo eletrônico impacta cada vez mais o ecossistema, a qual evidencia que os brasileiros estão distantes de viver a realidade pregada na Carta Magna. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: Omissão do Estado e a maldade humana.

Em primeira análise, evidencia-se a omissão do Estado. Sob essa ótica, o neoliberalismo propõe que a nação administradora deve se omitir intencionalmente para que os serviços públicos, como o equilíbrio ecológico sejam prestados por empresas privadas para estimular o livre mercado. Dessa forma, a falta de imposicionamento estatal propõe autômia à civilização em exercer práticas incoerentes, dado em vista o descarte errôneo de material digital em todo lugar.

Além disso, é notório a maldade humana. Desse modo, a Cúpula da Terra realizada em 1992, foi um evento internacional para reduzir a poluição metas objetivas, nele foi criada a política dos 5 R´S da sustentabilidade: Repensar, reutilizar, recusar, reciclar e reduzir. Consoante a isso, a engrenagem social é incapaz de entender a relevância da Eco-92, trazendo instabilidade ao essencial à vida de todos os seres, trazendo cada vez mais perto da destruição do mundo com a poluição.

Depreende, portanto, a adoção de medidas que venham conter o lixo eletrônico impertinente à ambiência. Dessa maneira, cabe a escola, forte ferramenta de consciência e respeito, fazer palestras e rodas de conversa, por meio de indíviduos que trabalham no ramo, a fim de que a atualidade mude para melhor. Somente assim os direitos garantitos na Constituição Federal estaram sendo cumpridos.