O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 07/07/2022
A Declaração Universal dos Direitos Humanos — promulgada em 1948 pela ONU — assegura a todos os indivíduos o direito do bem-estar social. No Brasil, entretanto, a máxima é questionada quando se fala o descarte de resíduos, principalmente o eletrônico, e como isso impacta no meio ambiente. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de conscientização e o descaso governamental.
Em primeiro lugar, evidencia-se a falta de atenção dos cidadãos para com o descarte incorreto dos eletrodomésticos. Sob essa ótica, o aumento na geração desse lixo pode ser comparável à Revolução Industrial, pois nesse período histórico foi marcado pela instalação de fábricas e, com isso, gerando o aumento de resíduos lançados na atmosfera, afetando o ecossistema. Com isso, mesmo com o passar do tempo, a sociedade possui uma fragilidade no compreendimento de jogar o lixo no local certo.
Além disso, é notório destacar que o atual governo não cumpre os artigos descritos na Magna Carta. Assim, conforme diz a Constituição Federal de 1988, o grande alvo do Estado brasileiro é a formação de uma sociedade livre, justa e igualitária, porém a realidade atual vê-se uma negligência das questões éticas, principalmente na área ambiental. Desse modo, necessita-se de um alerta à população como um todo, para cumprir os preceitos estabelecidos na Carta Constitucional.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham conter a maneira indevida da geração do lixo eletrônico e aumentar a vida útil da natureza. Dessa maneira, cabe às ONG’s comunitárias de cada Estado e o Ministério do Meio Ambiente, fazer propostas para a conscientização da população sobre a maneira correta do descarte dos objetos tecnológicos, por programas estatais que serão propostas na câmara dos vereadores e aprovadas pelo prefeito, de modo a propor um entendimento adequado à nação. Somente assim, a afirmação formal passará a se adequar ao júbilo social.