O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 16/09/2022
Na obra “Triste fim de Policarpo Quaresma”, o major Quaresma acreditava que, se superados alguns desafios, o Brasil alcançaria o patamar de nação desenvolvida. No entanto, ao observar, o lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente, percebe-se que esses obstáculos não foram superados, já que a falta de informação e a omissão estatal potencializam esse entrave.
Diante desse cenário, é fato que a escassez de conhecimento contribui para manutenção do revés. Para entender tal apontamento, alude-se ao pensamento de Sócrates, que afirma que os erros são consequências da ignorância humana. Dessa forma, ao perceber que quando a população não sabe sobre o lixo eletrônico e como descartá-lo, concretiza a ideia do filósofo, pois faz com que esse resíduo seja descartado inadequadamente, gerando prejuízos ao meio ambiente, como a contaminação de solos e águas.
Ademais, a passividade governamental prolonga a permanência do problema. Dito isso, faz-se referência ao Ideal de John Locke, que fala que o Estado deve garantir aos indivíduos os direitos imprescindíveis. Porém, ao constatar que, a máquina-adminstrativa não estabele locais nas cidades para recebimento de rejeitos eletrônicos, nota-se um rompimento com a tese do pensador. Dessa maneira, mesmo sabendo o que deve ser feito, não há possibilidade de concretização de despojo correto, devido a essa falta de espaços.
Com fito de mitigar esse entrave, portanto, o Ministério do Meio Ambiente, que tem como princípio a proteção desse, deve promover projetos que visem recolher resíduos categoria tecnológica, por intermédio da criação de locais aptos a receber o lixo eletrônico, a fim de minimizar o descarte errado. Além disso, os veículos midiáticos devem propagar informações de como separar os resquícios e divulgar os lugares que estão recebendo os mesmo.