O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 20/04/2023
A Constituição Federal de 1988 prevê o saneamento básico e a saúde pública como direito básico do cidadão brasileiro e dever do Estado. Entretanto, a garantia sobredita apresenta-se deturpada, haja vista que os lixos eletrônicos são uma problemática recorrente na conjuntura brasileira. Dessa forma, são necessárias algumas medidas para solucionar essa questão, a qual é motivada não só pelo aumento no consumo de aparelhos eletrônicos, mas também pelo descarte incorreto deles.
Diante desse cenário, percebe-se que umas das coisas que vem contribuindo para o auto índice de lixo eletrônico é o aumento no consumo da tecnologia . Dessa forma, a 31ª pesquisa do FGVcia diz que o Brasil possui 424 milhões de dispositivos eletrônicos em uso, isso acaba gerando em média 1,2 mil toneladas de lixo eletrônico no país, de acordo com o gov. Sendo assim, percebe-se o tanto que o consumo de aparelhos eletrônicos afeta no aumento do lixo eletrônico.
Nesse contexto, destaca-se também, o descarte incorreto dos lixos eletrônicos como uma forte problematica. Segundo o escritor Aldous Huxley, os fatos não se tornam inexistentes quando ignorados. Sob essa perspectiva, a ideia sobredita se aplica ao âmbito nacional, haja vista que a mídia silencia o fato de que existe cerca de 53,6 milhões de toneladas de lixo eletrônico no mundo., de modo prejudicar o meio ambiente, visto que eles podem conter substâncias tóxicas e metais pesados.
Logo, é preciso soluções para reverter a questão dos impactos gerados pelos lixos eletrônicos. Para isso, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA) deve sugerir medidas de carácter punitivo, como multas e serviços comunitários para aqueles que não jogam os lixos eletrônicos na natureza. A ação com fito de, respectivamente, diminuir o lixo eletrônico que é depositado no meio ambiente, pois, assim, seria estabelecida a harmonia ambiental no País.