O lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente
Enviada em 30/10/2023
A problemática relacionada ao lixo eletrônico e seus impactos no meio ambiente controverte a Constituição Federal de 1988, que assegura a pluralidade política e o bem-estar como valores de uma sociedade fraterna e sem destinções, nota-se que tal documneto jurídico encontra-se inefetivado na sociedade. Esse cenário nefasto ocorre não só em razão da negligência Estatal, como também, da escassez de informações sobre o assunto.
Mormente, é relevante explicitar que o silenciamento desta pauta por parte das escolas é um agente potencializador do entrave citado, uma vez que, por meio da educação os cidadãos serão conscientizados de como deve ser realizado o descarte correto do lixo eletrônico e seus benefícios para o meio ambiente. Diante desse panorama, percebe-se que o Poder Público caminha em descompasso com as necessidades da população, realidade análoga ao pensamento do sociólogo Bauman sobre a falta de solidez nas relações econômicas, sociais e políticas que caracteriza a “Modernidade Líquida” hodierna.
Ademais, é fulcral pontuar que parte das pessoas que possuem a cultura do despojo irresponsável desconhece que os malefícios de tal ação são prejudiciais a saúde e a natureza. Segundo o jornal “Folha de São Paulo” as toxínas liberadas pelos aparelhos eletrônicos possuem toxínas poluentes ao solo e a atmosfera, esse fato afeta a qualidade de vida dos indivíduos. Percebe-se que o escritor Augusto Cury foi coerente ao afirmar que " o homem é lono do próprio homem".
Portanto, são essenciais medidas exequíveis para reversão do problema abordado, para isso, faz-se mister que o Governo Federal em parceria com o Ministério da Educação realize seminários educativos dentros das escolas do Brasil para conscientizar os cidadãos sobre a forma correta de descartar os lixos eletrônicos produzidos em suas casas e a importância de tal ação para toda a comunidade. Outrossim, é imprescindível que seja realizado a prática de políticas públicas eficazes, por meio das mídias digitais a qual deve ser estimulado a adoção de medidas recicláveis a esses aparelhos, pois, como foi tido por Laurent “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.