O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 25/10/2019
A violência no ambiente escolar tem se agravado cada vez mais, através de bullying racistas, homofóbicos e críticas a religião alheia, ações que têm como alvo colegas de classe e até mesmo professores. Outra questão evidente no meio escolar é os aumentos de armas brancas e armas de fogo utilizadas para humilhar, aproveitar sexualmente de colegas ou causar um massacres. Porém de acordo com Rosseau, filósofo, “o homem nasce bom mas a sociedade o corrompe”, esses adolescentes que relatam a violência no meio escolar provavelmente possuem problemas mentais, consequência do meio em que foi criado e as pessoas com quem convive.
Em primeiro momento, cabe analisar um ocorrido no ano de 2019 na cidade de Suzano onde um jovem planejou e executou o massacre em uma escola da região, Guilherme é resultado de uma breve relação entre seu pai e sua mãe que possui grandes problemas com drogas, o jovem consequentemente se tornou dependente de jogos violentos e grande parte de seu comportamento demonstrava ira nas redes sociais, depressão e ansiedade, com todas essas questões o adolescente precisava de ajuda, porém não conseguiu a mesma e surtou colocando em prática o massacre.
Em segundo plano relacionado a prática de violência no ambiente escolar, pesquisas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelam que em 2015, cerca de 7,4% sofrendo violência psicológica e se sentiu humilhado, enquanto 19,8% já tiveram tal atitude contra um colega de classe, esta violência é mais frequente do que muitos pensam.
Conclui-se que o mau comportamento e a agressividade é crescente entre alunos no ambiente escolar, e afeta em grande massa os alunos, psicologicamente e em suas ações e escolhas ao decorrer da vida por conta da baixa auto-estima, além de agressões físicas que em determinado grau, ocorrem sequelas. Com isso, é evidente de que o agressor está passando por problemas, sendo assim o Ministério da Educação (MEC) juntamente ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH) deve interferir de modo que coloque profissionais psicólogos adequados ao meio estudantil para ajudar aqueles que estão passando e que praticam o bullying, chamando para uma pequena sessão os estudantes aflitos e criando campanhas contra o preconceito e ao suicídio (grande consequência da violência), com a finalidade de diminuir essas práticas, pois a base familiar que o jovem não possui em casa ou a ajuda psicológica que ele não consegue pagar, o mesmo poderá ser ouvido e ajudado na escola e consequentemente a escola se tornará um local agradável para todos sem sequelas de bullying e prevenindo assim o suicídio e o massacre entre adolescentes.