O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 28/10/2019
Educar sem violentar
De acordo com a Constituição Federal de 1988, é direito de todos cidadãos, uma educação de qualidade. Porém, a realidade é contraria; o sistema educacional brasileiro passa por uma grande crise, e uma das margens é a questão da violência dentro das salas de aula; um problema administrativo e social, que precisa urgentemente ser mudado.
Primeiramente, seguindo o pensamento de Jean- Paul Sartre, de que qualquer forma de violência é sempre uma derrota; bullying, piadas, zombarias e racismo precisam ser excluídos do ambiente escolar. Para isso, não se pode instruir outro tipo de fúria, como o atual Governo elaborou uma proposta de intervir com segurança militar, segundo declaração do Ministério da justiça, no qual, a punição deverá ser rígida e controladora.
Além disso, esse ira infanto-juvenil, se da por uma questão social; há uma contrariedade, no qual, o país se moderniza constantemente, mas a educação ainda segue o modelo Prussiano do século XVII, pautado por um líder e questões lógicas. Desse modo, com a geração mais doente psicologicamente, é preciso tratar além de questões de matemática e gramatica, é preciso cuidar das habilidades socioemocionais, ou seja, garantir ao estudante voz e espaço no ambiente escolar, dando-lhes oportunidade de cidadania e assim, tirando-lhes do lapso da violência.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Primordialmente, se faz útil, a partir do Ministério da Educação criar um projeto para que o Poder Legislativo aprove uma lei que insira na grade curricular, a educação socioemocional, com projetos , trabalhos e gincanas sociais, para que o aluno entenda o valor de ser um cidadão do bem, e não submeta a violentar o próximo. Além disso, é importante que o Poder Executivo tome medidas funcionais e práticas, a partir de pesquisas, uma maneira de educar, sem criar outra forma de fúria.