O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 29/10/2019

Hodiernamente, a educação em sala de aula traz consigo muitos desafios além da missão de ensinar; agressividade e opressão se tornaram fração do dia a dia de professores e alunos. Mediante a tal fato, essa realidade opressiva e violenta, calejada por professores e alunos, seria alterada se não apenas o Estado, mas os pais não se omitissem em relação a tal adversidade.

Em primeira análise, é válido salientar que, a omissão do Estado é agente causador de adversidades intrínsecas na sociedade. Nesse contexto, em conformidade com o filósofo John Locke, quando o Estado se omite, há uma quebra no contrato social, todavia, essa ideia situa-se longe da realidade. Mediante aos fatos citados, com a omissão do Estado no lugar de um posicionamento íntegro, expectativas para uma sociedade mais bem qualificada na educação e no âmbito educacional, são nulas, gerando assim descontrole social.

Culpar o Estado por todo descontrole social perceptível na atual realidade, é banalizar o papel da família mediante à sociedade. A família é a primeira interação que o indivíduo tem antes de se expor à maturidade fora do meio familiar. A ciência concretiza em afirmar que, o indivíduo é o reflexo do meio em que se encontra. Sendo assim, a família como um agente determinante na formação do indivíduo, deixa de cumprir seu papel social, o que gera desequilíbrio no âmbito educacional, como a ascensão gradativa da violência.

Em consonância dos fatos mencionados, medidas devem tomadas para a desconstrução da omissão estatal e da família. Para tal, o Governo Federal em aliança com o Ministério da Educação, devem promover debates nas escolas entre pais, alunos e professores a fim de manifestar adversidades corriqueiras e as causas dela, de modo que a inércia estatal e familiar seja desconstruída. A finalidade dessa medida é promover melhorias no âmbito educacional e coibir a violência.