O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 29/10/2019
A primeira escola no Brasil foi fundada no século XIX em Salvador por jesuítas. Desde então, inúmeras outras foram criadas acompanhando o desenvolvimento educacional e tecnológico, mas sem perder suas funções primordiais de educar e socializar o indivíduo. No entanto, o Brasil está enfrentando uma onda de crescimento de violência e mau comportamento entre os estudantes. Nesse âmbito, é crucial discutir a cerca das origens de tal problemática e a segurança no ambiente escolar.
Em primeiro plano, vale ressaltar que um aluno com má conduta, geralmente, é reflexo de sua condição familiar. Consoante a filosofia de Jean-Jacques Rousseau a qual ele diz que a sociedade corrompe o homem, essa corrupção pode estar acontecendo através da família. Dado que um indivíduo em constante contato com agressões de diversas ordens, como a psicológica, tende a apresentar distúrbios psicológicos se tornando agressivo e desinteressado no processo educacional.
Em segundo lugar, a ausente estrutura de segurança escolar contribuí para a perpetuação de um ambiente violento e inseguro. Ilustrando isso, recentemente um aluno em São Paulo esfaqueou um professor e a si mesmo no Centro Educacional de Aricanduva. Tal ocorrência se assemelha a muitas outras no país, onde professores, alunos e funcionários não possuem qualidade de vida nas escolas, por estarem a mercê de violência diariamente.
Diante do exposto, é fulcral que o Estado Brasileiro aja de forma a atenuar o problema para que se promova as funções primordiais do meio escolar. Assim, o Ministério da Educação deve criar um projeto de contenção de violência entre os alunos. O projeto deve fornecer às escolas psicólogos para o tratamento amplo e contínuo do comportamento dos estudantes. Junto a isso, deve disponibilizar seguranças especializados para o meio pedagógico a fim de contenção de possíveis conflitos, gerando um ambiente mais seguro a todos. Dessa maneira às escolas tornar-se-ão ambientes plenamente pacíficos.