O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 31/10/2019

Conforme o artigo 3 da Constituição brasileira, é objetivo do Estado garantir o desenvolvimento nacional. No entanto, o mau comportamento crescente de alunos no ambiente escolar, apresenta barreiras, as quais dificultam a efetivação do que o artigo constata. Esse cenário antagônico é fruto, tanto do bullying, quanto o convívio familiar. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Primordialmente, é medial pontuar a intimidação como um dos fatores que corroboram para o avanço das violências nos colégios. Segundo o educador Paulo Freire, “se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Nesse contexto, os atos agressivos de estudantes com professores e colegas, impossibilita tal transformação proposta por Freire. Sob esse viés, é notório que o fato atrelado a tal problemática são consequências das práticas de bullying, ma vez que esses indivíduos sentem-se menosprezado pela escola e acabam cometendo à violência. Portanto, faz mister a reformulação desse quadro deletério de forma urgente.

Além do mais, é imperativo ressaltar o relacionamento familiar como promotor do problema. De acordo com o sociólogo polonês Zygmunt Baumam, “vivemos em tempos líquidos”. Partindo dess pressuposto, o modo como os familiares tratam os estudantes em casa, muitos casos de forma violenta influi  decisivamente na consolidação de agressões em sala de aulas. Outrossim, uma pesquisa realizada pelo portal de notícias G1, constatou que 15% dos alunos indisciplinados, vive em conflitos com parentes.

Assim, com o intuito de mitigar o mau comportamento e agressividade crescente de alunos nas escolas, necessita-se urgentemente que o Tribunal de contas da União, direcione capital por intermédio de governadores Estaduais, será revertido em campanhas educacionais como peças e seminários que acordem as causas do problema, a fim de amenizar o mau comportamento de alunos. Outrossim, O Ministério da Educação, deve enviar recursos para as escolas, para a contratação de psicólogos que possam fazer o atendimento de crianças e adolescentes dentro do âmbito escolar.