O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 27/11/2019

Na série “Todo Mundo Odeia o Cris”, o personagem Cris, jovem morador negro de uma cidade periférica localizada nos Estados Unidos da América, sofre racismo diariamente na escola em que desenvolve seus exercícios científicos; o que acarreta diversas confusões nos corredores do colégio. Fora de ficção, é indubitável que o fato social que existe na série transita no ambiente escolar do século XXI. Nesse viés, é vital esquadrinhar os catalisadores que influenciam na problemática.

Na perspectiva jurídica, o ideário republicano de dignidade para todos está contido no artigo 1° da Constituição vigente. Contudo, o dispositivo legal encontra-se distante da efetivação; uma vez que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2015, cerca de 7,4% dos alunos já sofreram bullying no Brasil. Dessa maneira, surge no cenário caótico vivenciado na contemporaneidade, o qual se retrata as crescentes brigas entre alunos, colaborando assim para uma má educação secundária para os futuros colaboradores da capacidade laboral.

Outrossim, à luz do filósofo Tomás de Aquino, todos os cidadãos de uma sociedade democrática possuem a mesma importância, além dos mesmos direitos e deveres. Entretanto, nota-se que os deveres contidos no corpo social dos alunos não são concretizados no âmbito escolar, dado que a violência contra os professores, em função da característica arbitrária dos discentes, são cada vez mais retratados na sociedade. Por consequência disso, devido aos desentendimentos entre docentes e discentes, a evasão escolar torna-se produto do problema. Nesse viés, os pupilos tendem a ficarem marginalizados nas áreas do setor empregatício perante ao meio-técnico-científico-informacional, cuja tese é sustentada em uma maior capacitação de trabalho via pesquisas científicas.

Destarte, é imperioso que o poder executivo- principal órgão responsável pelos interesses públicos-, atue no incentivo psicossocial para os jovens que padecem nas condutas positivas em sala de aula, por meio de palestras educacionais ministradas por psicólogos e psicopedagogos, com o fito de alcançar as condutas sociais positivas no ambiente escolar. Dessa forma a dignidade, pregada da Constituição, será distribuída de maneira igual tanto para os profissionais da educação, tanto para os discentes.