O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 19/01/2020
Um dos principais agravantes para um ensino público de qualidade no Brasil sem dúvidas é a violência, seja ela física ou psicológica. Violências verbais como o bullying sempre existiram em âmbito escolar, porém, com a expansão da prática, pesquisas foram elaboradas e com base em seus impactos, é inadmissível que qualquer ação que acarreta em impactos negativos para os alunos e funcionários seja proibida.
Não é necessário estudos para comprovar que qualquer tipo de agressão que isole uma pessoa de suas atividades em um espaço social pode jerar sequelas que as impeça de gerir outras atividades pelo resto de sua vida. Estudos atuais sobre doenças psicológicas apontam que a geração dessas doenças estão ligadas a agressões sofridas durante a infância e adolescência e na maioria das vezes dentro de âmbito escolar.
É indubitável que o combate a essas práticas é bem complicado, principalmente em áreas mais carentes de escolaridade e renda, pela vúlnerabilidade dos alunos que podem facilmente ser persuadidos a participar do tráfico e uso de drogas, aumentando cada vez mais a evasão escolar e aumentando a violência aos arredores e dentro das escolas. Outra classe bastante prejudicada e que sofre bastante para exercer seus papéis são os professores e funcionarios escolares que passam por um constante perigo que acaba gerando problemas futuros para esses profissionais.
São imprescindíveis alternativas práticas efetivas que tem como base o diálogo e acolhimento dessas crianças e jovens. Para isso, o Ministério da Educação deve criar grupos regionais especializados em comportamento escolar que tenha como função ajudar os professores a lidar e compreender o aluno, além de recursos que procurem proteger os demais funcionários que possam correr algum tipo de risco iminente.