O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 01/02/2020

Na obra, “Carrie, a Estranha (1977), já retratava o bullying e o preconceito, por meio da violência psicológica e intimidações sofridas pela personagem principal em relação a perseguição dos professores e colegas. Mesmo após os avanços nos direito desses cidadãos, a situação de agressão e preconceito é persistente e se reflete na aprendizagem dos alunos em domínio escolares.

Em primeiro lugar, é  preciso destacar a importância da escola em conjunto com a comunidade na solução de atos como o bullying. Isso porque, além de exposição de conteúdo, é seu dever educar o aluno para a convivência no coletivo, nas relações pessoais e profissionais. Além disso, a agressividade pode ser uma dificuldade de comunicação. Uma vez que, grande parte dos problemas de comportamento das crianças tem haver com as questões familiares. Sendo assim, indica uma situação emergente que é a aproximação entre a escola e a família.

Outrossim, no Rio, mais de 300 escolas fecharam um ou mais de dois dias por causa de tiroteios. Paulo Freire já falava de uma “cultura de paz” evidenciando o papel da educação na exposição de violência, incentivando a colaboração, a convivência com o diferente, a tolerância. Isso comprova ainda mais a necessidade de as instituições trabalharem o assunto.

Fica claro, portanto, que medidas devem ser tomadas no combate aos impasses supracitados. A priori, o Estado, por seu caráter socializante e abarcativo, deverá promover políticas públicas que visem garantir uma maior segurança tanto aos docentes como alunos; a escola, formadora de caráter, deverá instituir palestras para os pais nas escolas. Só assim, será possível evitar que, no Brasil, tenhamos menos figuras como a de Carrier.