O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 04/02/2020
A barreira educacional
Segundo o filósofo brasileiro Paulo Freire “A educação não transforma o mundo, ela muda pessoas e pessoas transformam o mundo.” Atualmente vivemos em uma sociedade repleta de corrupção, carente de positivas mudanças, onde cabe a educação transformar pessoas para que construam um país melhor. Porém a violência no local de aprendizado funciona como barreira para evolução educacional, fazendo o lugar criado para libertação da mente se tornar ambiente de medo e aprisionamento.
Não se trata apenas da agressão física, a exclusão social, violência psicológica, cyberbullying, praticada contra alunos e professores são exemplos de comportamentos que causam sérios danos a saúde das vítimas. Estudos neurológicos apontam que indivíduos que passam por tais experiências tem maiores chances de desenvolver doenças como depressão, fobia social e em casos mais profundos leva até mesmo ao suicídio.
Do outro lado da moeda existe os “bullies”, nos quais de acordo com pesquisas praticam tais atos porque também sofrem com problemas pessoais e passam a dor adiante. Gerando assim uma corrente de sofrimento e angustia que compromete o desenvolvimento da educação de qualidade no país e o bem estar escolar, mental e social.
O Ministério da Educação deve investir em projetos nas escolas, que preguem o anti-bullying para que promova conscientização dos riscos de tal prática a psique de quem as vivencia,diminuindo assim sua prática. Juntamente com o Ministério da saúde que deverá facilitar o acesso a tratamentos psicológicos para vítimas e praticantes da violência escolar, com a finalidade de curá-los dos traumas e maus hábitos, para que retornem saudáveis e seguros ao ambiente de estudo e deem continuidade ao processo de construção de uma sociedade melhor.