O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 07/04/2020
No século XXI o mundo passou a presenciar os massacres escolares. Nesse contexto, no Brasil, em 2019, uma escola de São Paulo foi alvo de um ataque de dois jovens que mataram e deixaram feridos vários alunos, sendo um deles ex-aluno do colégio. As motivações dos comportamentos agressivos observados no país, explicitados não somente em forma de massacres mas também por meio da agressão, desrespeito e bullying, são grande empecilhos a serem superados para que esses casos não façam parte do ambiente escolar. Assim, a falta de acompanhamento parental ou de responsável na formação da criança e a insuficiência de programas anti bullying e apoio emocional nas escolas devem ser combatidos.
A importância do ambiente familiar na construção das características comportamentais da criança se apresenta como principal, pois no convívio direto e íntimo que pode-se entender a fundo as motivações para certas atitudes. Entretanto, no Brasil, sabe-se que esse acompanhamento é insuficiente na maioria das famílias devido à não informação da importância que tem. Como prova disso, é comum que diversas vezes o corpo escolar consiga entender situações como bullying enquanto a família não sabe que essa situação está sendo vivida. Dessa forma, a papel familiar deve ser frisado e compreendido pelas famílias brasileiras.
Além disso, um fator que contribui para o alto índice de agressão nas escolas é a falta de programas preventivos e interventores. Campanhas contra o bullying que possibilitem identificação e prevenção não fazem parte de todos os cenários escolares, bem como a possibilidade de auxílio psicológico, que por ser dentro das escolas estaria sendo apresentada de maneira mais acessível para os estudantes. A falta desses recursos reflete na incidência alta de acontecimentos não respeitoso e por vezes criminosos dentro das escolas, pois as escolas brasileiras são duas vezes mais suscetível ao bullying do que a média geral das instituições de ensino em 48 países, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Logo, mostra-se imperial que os motivos que ajudam a sustentar os comportamentos agressivos nas escolas devem ser combatidos. Para isso, o Governo ederal em conjunto com MEC dve criar programas de informação e conscientização para as escolas e famílias, sendo para a primeira a implantação obrigatória à todas as escolas de assistência psicológica disponível para o aluno, e para a segunda, propagandas informativas de cunho conscientizador da necessidade de acompanhamento de perto e de maneiras para identificar possíveis problemas. Dessa forma, os índices de agressão física e verbal, direcionada para os alunos e professores, diminuirão.