O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 29/03/2020

O massacre de Realengo, chacina em uma escola no Rio de Janeiro, foi organizada por um ex-aluno, no qual sofria “bullying” quando estudante. Análogo a isso, a agressividade e o mau comportamento de alunos nas escolas pode acarretar diversos problemas, tais como observado no incidente. Com isso, observa-se que a falta de acompanhamento psicológico nas escolas e o ambiente familiar violento propicia essa questão.  Em face disso, é importante o uso de meios estatais e sociais que modifiquem essa realidade nas escolas.

A priori, autores de massacres  às escolas têm em comum o abandono das instituições no tratamento psicológico quando estudantes. Dessa forma, é evidente que o acompanhamento de profissionais da psicologia na área da educação pode prevenir a violência nas escolas, visto que , muitos dos alunos agressivos, não tem sequer um apoio emocional em casa. Desse modo, é fundamental ações estatais que alterem essa questão no Brasil.

A posteriori, segundo o filósofo John Locke, o homem nasce como se fosse uma folha em branco e as experiências moldam suas ações no decorrer da vida. Seguindo essa linha de pensamento, uma das causas da agressividade e violência nas escolas brasileiras é o ambiente familiar violento, umas vez que as crianças, ao assistirem a violência entre seus familiares, acharão normal e reproduzirão nas escolas por meio de insultos, brigas e violência psicológica. Com base nisso, é imprescindível realizar ações sociais de modo a combater essa questão.

São evidentes, portanto, os males causados pela agressividade e o mau comportamento nas escolas. Sendo assim, faz-se necessário que o Ministério da Educação implemente acompanhamentos efetivos por meio  de psicólogos nas escolas desde o ensino infantil, para tornar os alunos mais saudáveis emocionalmente tanto para o meio acadêmico quanto para a sociedade. Cabe, também , ações midiáticas de ONGs, em parceria das mídias digitais, por meio de palestras e campanhas para conscientizar as famílias sobre a necessidade do apoio emocional às crianças, a fim de evitar a agressividade nas escolas.