O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 16/04/2020

Em 1500, quando os portugueses chegaram ao Brasil, o território estava habitado por indígenas que tinham seu próprio idioma, religião, ética, entre outros costumes. Entretanto, foram forçados a se adap-tarem aos dos europeus e, assim, reeducados para se encaixarem aos padrões sociais da Europa. Como resultado, os índios reagiam de forma violenta e agressiva, visto que não se sentiam confortáveis nem atraídos pelas mudanças. Efetivamente, muitos dos alunos que têm reações violentas, não se sentem atraídos nem se identificam com o método de ensino e ações de incentivo à educação no Brasil.

O ensino brasileiro, se relacionado ao de outros países, é considerado ultrapassado, seu método de avaliação é bastante desigual. É evidente que grande parte das escolas públicas são de baixa qualidade e com ensino bastante precarizado, logo não atraem os alunos a permanecerem e assistirem as aulas nas dependências das escolas. Segundo a Carta Magna de 1988 art. 205 e art. 206 inc. I e VII, a educação é um dever do Estado, que, inclusive, deve ministrar a igualdade de acesso e permanência nas escolas, como garantir um padrão de qualidade de ensino para todos. O que não é respeitado.

O Ministério da Educação e Cultura (MEC) não promove programas de incentivo a educação real-mente favoráveis aos estudantes da rede pública, visto que o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é voltado, principalmente para a qualidade de ensino de escolas particulares, como diz a Folha de São Paulo ao referir-se que a maior parte dos candidatos do exame são de escolas públicas, enquanto a maior parte dos aprovados é de rede privada. Com essa desigualdade, quebra no respeito aos direitos dos estudantes e promoção de programas ineficientes, alguns alunos se revoltam e tentam lutar pelos seus direitos pelo lado da rebeldia, da violência.

Com o fito de reduzir a violência e o mau comportamento dos alunos nas escolas, o governo, atra-vés, do MEC, deve estudar a fundo os métodos de ensino em países desenvolvidos e pautar, os benefícios e incentivos que a implementação desses trará à educação no Brasil. Destarte, para reduzir a rebeldia e o desequilíbrio de alguns alunos, o governo, juntamente com o Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), deve investir em visitas regulares de assistentes sociais nas residências dos matriculados e seus responsáveis no intuito de resolver o tema em pauta.