O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 12/04/2020
Promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, a Declaração Universal dos direitos Humano garante a todos o direito à educação e ao bem-esta social. Todavia, o número de alunos que cometem agressões, tanto físicas como psicológicas, está crescendo de forma exorbitante, devido, a prática do bullying, como também, a falta de diálogo com os estudantes. Nesse sentido, é necessário que argumentos sejam encontrados a fim de resolver essa inercial problemática.
A princípio, é importante destacar o preconceito linguístico como agente problemático para o impasse. Segundo, Nelson Mandela, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. De forma crucial, os alunos que praticam o bullying, são aqueles que já sofreram, ou sofrem algum tipo de preconceito, tanto em casa como na escola. Com isso, os estudantes, por se sentirem humilhados e envergonhados, acabam tomando decisões precipitadas, como atos agressivos, por exemplo, bater e xingar, e muita das vezes o suicídio.
Ademais, é mister salientar, a falha de compreensão como impulsionador da problemática. De acordo com, a pesquisa do IBGE, em 2015, mostra que 7,4% dos alunos sofrem bullying e que 19,8% já colocaram algum colega em situações críticas. Devido a isso, a falta de de desabafo e da cooperação dos pais com os filhos, muitos dos jovem acabam entrando em depressão, por se sentirem sozinhos e por não terem em quem confiar. Por isso, por não terem conhecimentos adequados de como agir em situações como essas, acabam tendo escolhas erradas, como os massacres escolares, por exemplo.
Infere-se, portanto, a necessidade para amenizar o quadro atual. Com isso, é essencial, que o governo em parceria com as mídias, crie, grupos de ensinamentos educacionais, como palestras e programas terapêuticos. A fim de que, os pais possam receber as informações necessárias para ajudar seus filhos, para que, os alunos não venham cometer mais atos maldosos.