O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 17/04/2020
Segundo pesquisa realizada pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, em parceria com o Ministério da Educação e a Organização dos Estados Inter 42% dos alunos da rede pública sofreram algum tipo de violência em 2016. É de salientar que, sobretudo em ambientes escolares, não nota-se apenas a violência física, mas também a verbal e a virtual. O preparo dos profissionais da educação aliada a problemas familiares, ou de saúde salientam a raiz do problema.
Em primeiro lugar a falta de capacitação adequada e de melhores instruções para todos que trabalham em espaços educacionais afeta diretamente os estudantes. O excesso ou a carência de punição e a forma como é dada, conversada, tratada e a solução apresentada devem ser muito bem pensadas. Sendo assim deve-se refletir todas as consequências e cenários possíveis, pois algo errado pode provocar insatisfação e consequentemente mais violência.
Outro viés é a rotina dos discentes fora dos colégios ou faculdades, a relação com a família e problemas de saúde, como mentais ou depressão, são fundamentais para a erradicação da ferocidade. Em síntese enfrentar dificuldades, incompreensão, a falta de aceitação, distúrbios, incômodos afetam diretamente o comportamento. Com isso pessoas que mais sofrem são mais violentas, ou seja um simples ato ou alguma brincadeira já podem afetá-las.
Certamente frente a todos os fatos supracitados cabe iniciativas conjuntas por parte dos Ministérios da Educação e da Saúde com o objetivo de erradicar todo tipo de violência em ambientes escolares. Definir regras que devem ser padronizadas, como um roteiro a ser seguido em e colocar a obrigatoriedade de profissionais da saúde todas as instituições já seria um ótimo começo.