O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 14/05/2020
Na Constituição Federal brasileira, postergada em 1988, garante a todos os cidadãos o direito a dignidade e segurança. Nesse sentido, a Constituição resguarda um ambiente escolar digno e seguro onde não é alimentado por formas da violência se expressar. No entanto, no Brasil hodierno o mau comportamento e a agressividade no meio escolar é um quadro nacional perigoso que vem crescendo devido um longo processo de má influência as crianças e de banalização do mal.
Em primeira análise, é evidente que o mau comportamento e agressividade estão relacionados a crianças e adolescentes com vulnerabilidade emocional. Nessa perspectiva, segundo o psiquiatra alemão Zigmund Freud, a influência dos pais no ambiente familiar governa as crianças. Sob essa ótica, constata-se que em um espaço parental desequilibrado e alimentado por tipos de violência formaliza o desenvolvimento danoso da juventude que favorece a vulnerabilidade emocional. Desse modo, a violência nas escolas é fruto de um longo processo que pode se iniciar com um desequilíbrio familiar e descarregar nas instituições de ensino com maus comportamentos, como agressão, bullying e racismo.
Em segunda análise, o confrontamento a essa enfermidade que atinge o ambiente escolar não é sólido. Nesse sentido, segundo o pensamento da filósofa alemã Hannah Arendt, a banalização do mal trata-se do mal como causa do mal. Seguindo essa linha de pensamento, o praticante do mal banal não percebe a culpa, pois ele age semelhante a uma engrenagem maquínica do mal. Dessa forma, o mal banal estimula o progressão da agressividade e mau comportamento das crianças e adolescentes na escola.
Em suma, o mau comportamento e agressividade nas escolas é um perigoso quadro nacional que vem crescendo e consiste em um complexo desafio hodierno que precisa ser mitigado. Dessarte, o Ministério da educação deve buscar fortalecer as campanhas de conscientização contra a violência nas escolas. Isso deve ser feito por meio de palestras em instituições de ensino, afim de focar o alcance a crianças e adolescentes no espaço escolar. Em paralelo, artistas que queiram enfrentar a banalização do mal nas escolas precisam compartilhar novos conteúdos junto a campanhas de conscientização do assunto. Tal ação é viável pelas redes sociais do artista, visando romper com a ideologia do mal banal na juventude, para cumprir com a Constituição Federal Brasileira.