O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 14/05/2020
Em “Todo mundo odeia o Cris”, série de TV americana, é visível a agressividade com os alunos diferentes da maioria. Fora das telas, e dentro da realidade brasileira, a violência dos alunos é crescente no ambiente escolar, e não é somente restrita aos alunos, mas também envolve os professores. Tal problemática ocorre devido à educação familiar não eficaz e à banalização das atitudes agressivas.
A princípio, é possível pontuar quer o mau comportamento dos alunos nas escolas ocorrem por causa de uma educação improdutiva dada em casa. Isso porque, muitas famílias responsabilizam unicamente a escola como responsável pela educação dos jovens, o que vai de encontro à Lei de Diretrizes e Bases (LDB), a qual afirma que a educação é um dever da família e do Estado, e abrange diversos processos formativos, como escola, exposições culturais e convivência familiar. Dessa forma, é notório que a família tem papel primordial em educar e conscientizar o jovem, instruindo-o nos caminhos do respeito — aos alunos e aos professores.
Além da educação parental ineficiente, outro fator que corrobora para o crescimento da violência e do mal comportamento do alunos é a banalização da violência, seja entre os próprios alunos — com o bullying ou agressões físicas — ou até mesmo com os professores — os ameaçando, muitas vezes com armas brancas ou de fogo. A banalização da violência ocorre no momento em que, quando criança, os alunos não são punidos nem conscientizados na brigas e nos bullyings que comentem, e quando crescem permanecem violentos. Essa situação é definida por Pierre Bourdieu como “Banalização do mal”, em que o mal é naturalizado.
Fica claro, portanto, que o comportamento agressivo no ambiente escolar deve ser combatido. Logo, é necessário que o Ministério da Educação(MEC) conscientize os pais dos alunos, com reuniões periódicas, em que nelas pedagogos instruam sobre a importância de uma educação conscientizadora, a fim de que as crianças cresçam sem ímpeto violento. Además, o MEC deve instruir os educadores a não naturalizar a violência.