O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 14/05/2020
A violência nas escolas tem se tornado cada vez mais recorrente, a mais comum delas é o “bullying” q, segundo uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, mais de 7% dos entrevistados já sofreram algum tipo de agressão, seja ela física ou moral e 20% deles já colocaram um colega em alguma situação desconfortável. Dito isso, as principais causas desse tipo de comportamento são o aumento da liberdade que os estudantes tem para fazer o que bem entenderem sem uma punição adequada e o preconceito que, geralmente, acarreta no “bullying”.
No que se diz respeito ao aumento da liberdade para os estudantes fazerem o que bem entenderem pode-se destacar um caso que aconteceu em Belo Horizonte, em que um aluno de 12 anos agrediu com um recipiente usado para armazenar papeis para a reciclagem um professor de 65 anos por que ele não deixou o estudante sair mais cedo, esse tipo de atitude é inaceitável, visto que uma profissão como a de docente deveria ser reverenciada em vez de agredida, já que ela impacta positivamente na formação tanto didática quanto social do aluno.
Além disso, outro fator observado em estudantes mau comportados e agressivos é o preconceito, que muitas vezes desencadeia o “bullying”, principalmente o físico, com agressões e brincadeiras de mau gosto, e o psicológico, por meio de ameaças e pequenos furtos. Tais atos devem ser veementemente repudiados, já que afetam, e muito, a psique do indivíduo agredido, podendo gerar consequências que vão do isolamento social até o suicídio.
Diante do apresentado, pode-se concluir que, o aumento do mau comportamento e da agressividade entre eles ou com os professores é extremamente negativo, e algumas formar de reverter essa problemática são, a implementação de trabalhos comunitários, podendo ser dentro ou fora do ambiente escolar como uma forma punição fazendo com que o indivíduo punido vivencie situações que o faça refletir sobre seus atos, e só nos casos mais graves usar a suspensão, outra forma seria a capacitação de mais funcionários para resolver problemas como esses, não só os psicopedagogos e psicólogos, mas também psicanalistas e até psiquiatras, dependendo da gravidade das situações e da ocorrência delas, além de capacitar os professores para exercerem, também a função de psicologos.