O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 12/05/2020

O jogo eletrônico “Bully” desenvolvido para “Playstation 2” é que vendeu mais de 1,5 milhões de cópias. Jimmy Hopkins, o protagonista do passatempo, encontra um ambiente escolar hostil, o qual a presença de “valentões” ameaçam a realização de um ambiente escolar bem estruturado, e os considerados mais fracos e menores são atormentados. Além do caráter de distração, a produção recebeu elogios por todo o mundo pela missão do jogo, que se baseia em dar bons exemplos no combate ao mau comportamento e agressividade crescente dos alunos no ambiente escolar. Causado não só por uma má gestão escolar, mas também pela falha familiar no processo educacional.

Em primeira análise, é de suma importância a análise da gestão dos ambientes educacionais, visto que são responsáveis pela formação de crianças e jovens. Segundo matéria do site “Nova Escola”, o Brasil lidera índice de violência contra professores, tornando a escola um ambiente inseguro até para aqueles que devem propor ensinamentos e acima de tudo serem respeitados. Com o intuito de reverter esse quadro, a gestão escolar deve ser composta por profissionais capacitados, em todo o seu corpo docente, professores, diretores, coordenadores, pedagogos e psicólogos, fazendo desse ambiente o melhor preparado possível. Assim, poderá se evitar experiências traumáticas tanto para os professores, quanto para os alunos, que em processo de formação podem ser ainda mais graves como o prejuízo na socialização desse futuro adulto e afetando o bem-estar da sociedade.

Em segunda análise, se a escola é responsável pela coletividade, a família tem papel formador também, através da socialização primária, sendo assim, as duas instituições devem agir em conjunto afim de garantir a reversão do mau comportamento e da agressividade no ambiente escolar. Segundo pesquisa do Ministério da Educação, notas dos alunos são maiores quando pais e professores se conhecem, ademais, as notas também são mais altas quando os responsáveis possuem maior escolaridade e estão atuantes na vida acadêmica do filho. Nessa perspectiva, a fim de promover um ambiente propício a melhor formação de crianças e jovens, é fundamental que escola e família estejam em acordo e missão, promovendo bons exemplos de comportamento e conduta.

É necessário, portanto, que medidas sejam tomadas para reduzir as taxas da mau comportamento nas escolas brasileiros. Para isso, Ministério da Família e Educação devem agir em conjunto, propondo estímulos financeiros a escolas públicas e privadas que contribuírem para isso, que constituiria na premiação com viagens para as turmas, “tablets” e prêmios em dinheiro. A bonificação seria dada tanto para as escolas que garantirem as propostas mais efetivas de punição, quanto para as que a família forem mais participativas. Assim, a realidade das escolas se distanciará da vista no jogo “Bully”.