O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 06/05/2020
Para dissertar sobre o mau comportamento e agressividade no âmbito escolar, é importante realizar uma reflexão sobre o “porque” e “como” chegamos nessa situação. Uma das analises que pode ser feita relaciona esse comportamento com nossas relações sócias antes mesmo de adentrarmos os muros de uma escola.
A violência nas escolas vem se agravando cada vez mais, e a mesma vem se manisfestando de formas diferentes do que infelizmente estávamos acostumados a presenciar. Essas novas formas de violência se encaixam no complexo o assédio moral e verbal, a violência física e o bullying, sendo algo muito simbólico para quem está sofrendo e sendo agredido.
Um dos gatilhos principais para acontecer isso é a falta de segurança que o aluno sente nesse ambiente, o que implica muito na relação do aluno com os demais.
Essas agressões se manifestam não apenas no circulo social de alunos, mas também na relação professor e aluno. Os casos de violência contra professores são extensos, esses ataques não so destroem o mestre moralmente como destroem o patrimônio escolar e tudo que o lema da educação prega, essas revoltas podem ser justificadas por influências de fora principalmente do seu relacionamento social fora do colégio.
Se tornou evidente que a violência nas escolas brasileiras vem acarretando uma série de consequências, sendo necessário uma intervenção com medidas urgentes e eficazes com a finalidade de diminuir e tentar resolver este problema. Ou seja para que esses projetos e ideias sejam postos a prova seria necessário uma redefinição de normas nos colégios e reuniões, conversas e palestras com os pais e os alunos para os mesmos ajudarem a escola a manter um ambiente escolar calmo, e propício para os estudos.
Além de orientar os pais, familiares e os estudantes, as escolas e o governo deveriam investir na área da psicopedagogia para estimular os estudantes a se abrirem a novas relações e experiências no meio escolar, melhorando assim a convivência e até mesmo os métodos de ensino. E por mais que julguemos que “os fins justificam os meios” na hora que pensamos em relacionamentos humanos tanto no espaço escolar como em em outros lugares, vale considerar que essa máxima não se aplica a essa geração que sempre está aclamando por uma espécie de empatia.
Julia Haddad - 1° A