O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 14/05/2020
Na mitologia grega, Sísifo foi condenado por Zeus a rolar uma enorme pedra morro a cima eternamente. Todos os dias, Sísifo atingia o topo do rochedo, contudo era vencido pela exaustão, assim a pedra retornava à base. Hodiernamente, esse mito assemelha–se à luta cotidiana da falta de comportamento e a violência dos estudantes nas escolas. Nesse cenário, tal problemática ocorre devido, entre outros fatores, indisciplina domiciliar e transtornos emocionais.
Em primeiro plano, urge analisar a falta de disciplina dentro de casa. Sob esse viés, é visível que uma das causas disso é a falta de tempo por parte dos pais em corrigir os atos de suas proles. Uma vez que os progenitores dão mais importância aos seus lados profissionais e deixam esse papel de educação para babás, ou alguma pessoa que ocupe o papel de educador, como, professores. Por conseguinte, as crianças crescem com uma ideia de liberdade muito errônea e por acharem donos de si, acabam desferindo atos de agressão contra os educadores do corpo docente de uma instituição de ensino. Convém ressaltar, ademais, as alterações sentimentais dos jovens. Nesse contexto é plausível que ocorra essas diversificações das emoções, pois a adolescência é um período de descobertas e de tomadas de decisões, que, muitas vezes, podem causar frustrações no meio estudantil. Nesse âmbito, muitas das vezes os mesmos se sentem pressionados por parte de diversos fatores, podendo citar provas e ter um futuro brilhante, visto que a pressão em cima dos rapazes, que logo terão papel ativo na sociedade, é muito grande. Consequentemente, causando os picos de ira ou de violência.
Infere – se, portanto, que a rebelião dentro da moradia e as desordens afetivas dos alunos são um problema a ser levado em conta e medidas devem ser tomadas para amenizar essa situação. O Governo juntamente com os governantes de cada cidade devem proporcionar palestras para a conscientização dos pais, através da mídia social e de programas televisionados em um período não conflituoso com a jornada de trabalho, afim de que, possam entender a realidade vivida por seus filhos e, consequentemente, ajudá-los a passar por isso. Outrossim, o Mistério da Educação atrelado também ao Governo.devem disponibilizar psicólogos nas escolas e instruir o núcleo gestor para que os mesmos aloquem um horário para a conversação do corpo discente com os respectivos profissionais, afim de que possa diluir um pouco da frustração contida no cotidiano dos mesmos. Dessa forma, a realidade distanciar – se – à do mito grego e os Sísifos brasileiros vencerão o desafio de Zeus.