O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 06/06/2020
Na obra literária “Um Soco Na Alma”, Beatriz Schwab e Wilza Meireles expressão como a agressão psicológica (sendo no livro, especificamente, contra a mulher) pode ser silenciosa e nociva a vítima; em suma, a agressão pode ser inserida em espaços distintos, praticada de diferentes modos e direcionada às pessoas consideradas vulneráveis. Por consequência, pode ser vista atuando em meio educacional através do bullying e ameaças entre alunos e professores.
Inicialmente, é importante ressaltar que o bullying em ambiente escolar é um hábito crescente e que causa efeitos duradouros em estudantes; essa informação pode ser comprovada através de uma pesquisa feita em 2018 pelo Unicef, onde dados exibiram que cerca de 150 milhões de alunos, entre 13 e 15 anos, sofrem ou sofreram com o bullying, 17 milhões assumiram terem praticado e 23% dos adolescentes, em El Salvador, optaram por não irem as aulas devido à falta de segurança. Assim sendo, é necessário que essa situação seja mais reconhecida para que possa ser revertida, tornando o espaço mais aconchegante e colaborativo para o alcance de conhecimento.
Ademais, a violência e intimidação contra professores é bastante presente, logo, isso prova que não se tem uma medida tão eficaz contra essas atitudes, principalmente no Brasil, que, segundo a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), é o país que lidera o ranking de agressões contra professores. Portanto, o ensino que eles transmitem deveria ser mais valorizado para que houvesse a diminuição de casos contra os mesmos.
Em conclusão, o mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar é prejudicial, pois afeta tanto os próprios estudantes quanto os docentes através do bullying e desvalorização. Por isso, o Ministério da Educação, deve direcionar mais profissionais e voluntários para atender casos de violência moral ou física, de tal maneira que os praticantes sejam punidos e recebam o auxílio de um psicólogo, para que assim, os casos não venham a ocorrer tão frequentemente.