O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 19/06/2020

No convívio social contemporâneo, diversos tem sido os empecilhos para combater a falta de educação dos alunos nas salas de aulas. Tal circunstancia pode ser observada com frequência, nas cidades brasileiras, em que, de acordo com uma pesquisa da OCDE, os professores perdem 20% do tempo de aula acalmando os alunos e colocando a sala em ordem para poder ensinar. Esse cenário preocupante requer uma ação politica e social mais contundente por parte do poder publico e da sociedade civil, com o intuito de arrefecer a problemática.

De fato, o Estado brasileiro vem demostrando flagrante ineficácia quando se trata da agressividade dos alunos, realidade pode ser atestada pelo alarmante dado fornecido pela FLACSO, em parceria com a OEI, qual afirma que o numero de violência, verbal ou física, atinge 42% dos alunos da rede publica em 12 meses. Tal fato comprova o pensamento do filósofo Rousseou, " o homem nasce livre, mas sempre vive acorrentado", é flagrante a displicência do Estado em garantir os direitos basilares da sociedade, como a do artigo 5 da constituição de 1998, o qual todos são iguais perante a lei.

Ressalte-se, ainda, que as famílias e as escolas são os principais responsáveis por fomentar uma mentalidade quem evite as crianças a demostrarem esse comportamento nas salas de aula, porém, por explicita falta de senso crítico, essa participação dos setores sociais não é efetiva.

Portanto, a fim de amenizar as consequenciais desse panorama complexo, cabe a mais famílias e escolas, como principais instituições formadoras de princípios e condutas ampliar o debate sobre o comportamento adequado em ambientes de ensino, por intermédio de diálogos mais frequentes e palestras educacionais em prol de preservas a moralidade e a ética no Brasil