O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 06/08/2020

Immanuel Kant diz: “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Espelhando tal máxima nas instituições de ensino do Brasil, é notório que há uma clara divergência na ideia exposta pelo filosofo com a realidade, uma vez que, há uma má e crescente conduta atrelada ao comportamento agressivo por parte dos alunos para com o âmbito estudantil. Dentre tantos aspectos, destacam-se: agressões para com os professores e uma precarização, mais intensa, da escola publica.

Cabe mencionar que, há inúmeros casos de pejoração do corpo docente publico por parte da má disciplinação dos alunos e insatisfação dos mesmos; um exemplo é o casos de Grão-Pará, na qual três alunos atearam fogo em uma escola por não gostarem do professor. Diante disso, a imagem, já prejudicada, da escola publica é ainda mais afetada.

De forma consoante, vale mencionar o caso de um educador que foi agredido por um aluno, por tentar conte-lo no horário de saída.  Posto isso, o ambiente escolar é prejudicado gerando uma desavença entre alunos e professores e até mesmo traumas tanto nos colegas quanto nos educadores.

Logo, feitas as reflexões, percebe-se que há uma falha de escola para com os mestrados. Dessa forma o Ministério da Educação e Cultura (MEC), junto com o poder legislativo e judiciário, deve impor leis que visem a troca de normas regidas nas instituições de ensino, que visem punir o individuo que se portar de maneira não tolerável, além criar projetos que instruam a educação dos pais para com os filhos, fazendo com que a máxima Kantiana fique mais próxima da realidade das escolas brasileiras.