O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 09/09/2020
Segundo o filósofo existencialista Friedrich Hegel, o homem é visto como sujeito histórico-social, portanto, sua ação deve ser analisada dentro da coletividade. À vista disso, espera-se que a sociedade tenha sido construída e dinamizada por meio da ética e da política, para garantir o respeito entre os indivíduos. Entretanto, o mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente educativo geram preocupações frequentes, já que promovem o bullying e acidentes escolares.
Em primeira análise, o comportamento agressivo crescente entre os jovens no ambiente escolar acarreta no aumento do número dos casos de bullying. Tal afirmativa pode ser exemplificada com o filme Extraordinário, que retrata a violência sofrida pelo protagonista August Pullman, devido a sua síndrome de Treaccher-Collins, por colegas de classe que demonstram uma conduta depreciativa. Dessa forma, alunos vítimas de ataques ofensivos podem ser prejudicados psicologicamente e academicamente por atitudes insolentes. Embora grande parte dos responsáveis denunciem as agressões, a escola não fornece providências, corroborando para a continuidade desses casos.
Além disso, as atitudes agressivas crescentes de alunos promovem acidentes no ambiente escolar. Tal fato é retratado na série Malhação: viva a diferença, na qual o aluno Douglas, que possui diversas advertências pelo mau comportamento, coloca uma bomba no banheiro feminino da escola, gerando uma situação de perigo. Consequentemente, todos os indivíduos presentes no espaço estudantil podem ser vítimas de um ataque inesperado. Conquanto as equipes pedagógicas tenham conhecimento dos alunos que possuem um histórico de conduta violenta, debates não são fornecidos para que esses estudantes sejam conscientizados e parem de praticar ações nocivas.
Dessarte, é imprescindível que medidas sejam fornecidas para reverter as situações causadas pelo mau comportamento e agressividade crescente de alunos no ambiente escolar. Para isso, cabe às famílias pressionarem as equipes pedagógicas por medidas de segurança, por meio de reuniões escolares, para que a escola disponibilize formas de combater a conduta violenta dos alunos. Assim, o número de casos de bullying será diminuído. Ademais, cabe ao Ministério da Educação conscientizar os estudantes acerca dos perigos da violência, por intermédio de debates e palestras, para que os jovens reflitam sobre suas atitudes. Logo, a quantidade de agressões terá queda.