O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 19/08/2020

Antigamente, no início do século XIX, com a chegada dos portugueses ao Brasil-Colônia, têm-se as primeiras atividades relacionadas à educação escolar, criado por Dom João VI. Posteriormente, o Brasil aprimorou cada vez mais a rede de ensino, pois uma nação que busca se tornar estável economicamente e sair da lista dos subdesenvolvidos, precisa investir na educação dos seus cidadãos. Porém, é perceptível que ainda há muitos problemas nas escolas brasileiras, como por exemplo: a falta de auxílio psicológico para todos os alunos. Assim, com a ausência dessas ações, muitos alunos que provavelmente têm problemas pessoais demonstram agressividade aos professores e aos colegas de classe, logo, essa realidade precisa ser resolvida.

Apesar de, as instituições possuírem recursos para punirem os adolescentes infratores, como, a transferência escolar, mesmo assim os atos desrespeitosos aumentam a cada ano. Segundo ao portal de notícias da Globo (G1.com), o Brasil tem o maior índice de violência contra professores e em 2018 os ataques cresceram 73% em relação ao ano anterior. Desse modo, observa-se que não existe nenhuma política eficaz conta este mal, e muitas pessoas se tornam vítimas da situação, sendo que os que mais sofrem com a falta de controle emocional são os próprios agressores, porque sem ajuda podem desenvolver uma grave doença que atualmente se tenta combater, a Depressão.

Certamente, a agressividade se desenvolve naturalmente em crianças diante a uma situação associada à raiva, provocação ou frustração, dessa forma, apenas punir os jovens após agredirem verbalmente ou fisicamente alguém, não é o suficiente para solucionar esta adversidade. Ademais, o desenvolvimento de ações violentas dos jovens pode estar associado a um estado mental abalado, provavelmente por presenciar momentos traumáticos, tanto familiares quanto escolares, e futuramente, por consequência disso, serão esperados que os registros de criminalidade aumentem.

Dessa forma, com o propósito de combater a problemática, o Governo Federal, em junção ao Ministério da Educação, a partir de verbas destinadas a área, deverá acrescentar na rede de ensino consultas psicólogas individuais aos estudantes de escolas públicas e, para instituições privadas, deverá ser exigido o novo processo. Tal ação será executada duas vezes por mês, sendo que a primeira somente com o aluno e a segunda com os familiares, com obrigatoriedade de presença pelo menos sete vezes em um ano letivo. Desse modo, a atuação será fundamentada por meio de um projeto de lei entregue à Câmara dos Deputados. Enfim, como dizia Albert Einstein: “sem cultura moral, não haverá nenhuma saída para os homens”.