O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 30/08/2020
“A escola passou a ser vista como um espaço de salvação” - o filósofo brasileiro Mário Sérgio Cortella em entrevista ao Estadão em 2014. escola passou a fazer o papel dos pais: educar e ensinar. No entanto, o aumento crescente da violência escolar está revelando críticas à atual situação da educação brasileira e se tornando um impasse.
Nesse contexto, a violência escolar tem se manifestado de diversas formas: ataques armados violentos, agressão física e intimidação psicológica como intimidação, preconceito, questões de gênero e religião. De acordo com um estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), cerca de 150 milhões de jovens de 13 a 15 anos já foram vítimas de violência de seus colegas. Além disso, um grande número de influências externas do ambiente familiar, da mídia e da própria sociedade incitam o aluno a atos de violência.
Consequentemente, as consequências desse episódio são evidentes em evidente baixa autoestima, atitudes passivas, distúrbios emocionais, problemas psicossomáticos, depressão e falta de interesse em pesquisas. A política pública é essencial para resolver esse problema.
Porém, diante dos argumentos apresentados sobre a violência nas escolas, é de extrema importância que o Estado em conjunto com o MEC (Ministério da Educação e Cultura) crie atividades como palestras e fóruns sobre o assunto, conscientizando alunos e pais dos prejuízos causados por esse ato e seu combate. . Desse modo, construir uma sociedade na qual todos se sintam respeitados porque “a violência, não importa como se manifeste, é sempre um fracasso”, disse o filósofo francês Jean-Paul Sartre.