O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 02/09/2020
”A escola passou a ser vista como um espaço de salvação,” – Mário Sérgio Cortella, visto que a escola passou a ser local de refúgio, educação e muitas vezes, para a maioria, onde se mata a fome. Entretanto o aumento dos casos de violência no mesmo, reflete a atual condição instável da educação brasileira. Nesse cenário, a violência tem acontecido de diversas formas: agressão física, ataques armados, chantagem psicológica, bullying e preconceito. Na enquete da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram ser vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana. Isso se dá pelo fato da grande influência externa. Como pais que agem com sentimento de liderança e soberania, no intuito de autoritarismo visto que, as crianças são o reflexo do que vivem e assim, reproduzem tais ações em âmbito escolar. Além disso, as regiões periféricas das cidades são as mais afetadas pela violência, refletida na criminalidade, pelo pré-conceito a que são submetidas. Logo, a assistência social às famílias é de suma importância, não só para a relação pais-filhos, mas também indivíduo-sociedade. “Ele precisa ser ajudado, precisa ser assistido por algum profissional, alguém que consiga ajudá-lo a ver que está errado, que o caminho é outro. A educação está muito abandonada por parte das autoridades, os professores fazem das tripas o coração. Precisamos acelerar muito o diálogo entre família e escola. Sem isso, nada acontecerá” – Marco Antônio, professor. Assim, é de suma importância que o Estado e o MEC crie medidas, como a implementação de palestras e fóruns sobre o tema, a fim de conscientizar os alunos e pais sobre o danos provocados por esse ato e o seu combate. Formando uma sociedade que se respeite, uma vez que ‘a violência seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota, – Jean-Paul Sartre, filósofo francês.