O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar

Enviada em 22/09/2020

“A educação visa melhorar a natureza do homem o que nem sempre é aceite pelo interessado.” Nesse trecho dito por Carlos Drummond de Andrade percebe-se um tom de metáfora quando diz que a educação melhora os aspectos do homem. No Brasil, o crescimento da violência e agressividade dos alunos no recinto escolar, esses dados crescentes são devidos a má influência de familiares e a falta de acompanhamento dos mesmos.

Em primeira instância, pode-se mencionar como um auxílio para alterar esse cenário familiar para a melhora do comportamento da sua cria. A família é o primeiro acesso das crianças com o convívio social, tornando-os, de fundamental que os mesmos ensinem bons exemplos e propaguem cidadania e a passividade para coexistir em comunidade. Como, dito, por Pitágoras, matemático e filósofo grego, num trecho autoral,“Educai as crianças e não será preciso punir os homens.”

Em segunda instância, é relevante criticar negativamente a falta de apoio psicológico aos alunos em diversas ocasiões. Segundo o IBGE em 2015, foi feita uma pesquisa, onde 7,5% dos alunos sofrem algum “bullying”. Isso faz referência a crescente no número de casos de depressão entre jovens. “Uma pesquisa da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, acessou dados de 176 245 adolescentes de 12 a 17 anos e de 180 459 adultos com 18 a 25 anos — isso no período entre 2005 e 2014”. O resultado da pesquisa foi que a depressão subiu 37%. Esse quadro se agrava mais em pessoas que sofreram algum preconceito ou até mesmo o famigerado “bullying”.

Mediante aos fatos mostrados, uma possível resolução para o problema apresentado, seria mediar o auxílio da Secretária da Educação, implementação de propagandas citando a importância da família como educadores primários. Proporcionar um ambiente saudável e seguro aos estudantes. Com isso cabem as Secretárias Municipais de Educação e o Ministério da Educação promulgarem legislações para apoio as escolas.