O mau comportamento e a agressividade crescente de alunos no ambiente escolar
Enviada em 22/09/2020
“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas”. O trecho do escritor e professor Rubens Alves, pode ser visto como uma critica a como o sistema de ensino no Brasil e muitas vezes precário no quesito ajudar os alunos a desenvolver um pensamento livre, assim o alarmante estado da educação brasileira só se agrava, já que em ambiente de repressão a violência e sempre maior.
Nesse modo, vemos que a instituição de ensino tem um papel fundamental para o desenvolvimento do aluno, mas a escola deveria tralhar em conjunto da família dos estudantes. Tendo em vista, que as agressões que ocorre nas escolas são decorrentes de problemas muitas vezes familiares, já que no Brasil a violência familiar e um problema que ocorre em todo o território, como mostra a matéria da revista Veja, “No Brasil diariamente 233 agressões são registradas em crianças e adolescentes”, e existe também a pressão que os alunos sofrem todos os dias, dentro de suas casas, onde muitos trabalham, após o itinerário escolar e acabam tendo um mal desempenho em suas avaliações.
Alem disso, os dados levantados pelo “site” nova escola, o Brasil lidera índice de violência contra professores. Após as agressões não recebem nenhum tipo de apoio emocional das escolas, onde dentro de sala de aula os professores são muitas vezes ameaçados ou agredidos. O que, com o tempo, pode desencadear problemas psicológicos graves, como a depressão.
Portanto, o governo junto com o MEC ( Ministério da Educação e Cultura) devera reestruturar, a forma com que a escola atende, tanto a família do aluno como os profissionais que ali trabalham, disponibilizando um atendimento psicológico de qualidade e possuir a presença de uma assistente-social, para conduzir com eficiência os casos mais graves. E proporcionando, o acontecimento de palestrar para conscientizar sobre a possível violência sofrida em casa, e alertando dos problemas, que a sobrecarga de atividades pode causar para a saudê.